Combatendo preconceitos e oferecendo oportunidades

Pela dança e pelo teatro, conhecemos melhor o nosso corpo, nossos limites e nossas possibilidades. A proposta é um trabalho artístico onde cada indivíduo possa se desenvolver, se transformar continuamente, se expressando e criando.

A participação em uma Cia de Dança-Teatro é uma afirmação de que a pessoa com deficiência pode se profissionalizar, ser um adulto responsável e, o mais importante, atuar no mundo.

Produções, espetáculos e projetos já realizados

Espetáculos

Ano: 2000

Ano: 2011

Ano: 2002

Sinopse: “Extensão” é uma produção que visa a entender e perceber o próprio corpo, suas limitações, seus desejos e sua relação com o espaço. Na produção, os objetos de apoio dos artistas, como, por exemplo, muletas e cadeiras de rodas, se transformam em objetos cênicos para a realização das coreografias.

Ano: 2005

Sinopse: Uma criação coletiva que narra a trajetória de uma trupe de atores mambembes que levavam suas apresentações a vários lugares. 

Ano: 2006

Sinopse: Corpos marcados, redimensionados e onfectados de novas linhas de fuga. Subjetividades agora eminentemente “desaprisionadas” por moléculas antes inativas. A partir de uma pesquisa teórica e prática aprofundada, em que todos os bailarinos foram também os gestores, utilizou-se como tema gerador a submissão. A partir dos desmembramentos dessa problemática central, vivenciam sensações e sentidos que transbordam, perfuram e criam afetos. “Afectos”, imanência e novas imagens do pensamento.

Ano: 2010

Sinopse: É um convite a entrar no mundo da imaginação e encontrar Lili, uma menina que ao ganhar um livro mágico, passa por muitas aventuras e descobre a alegria de conhecer pessoas, bichos, coisas e histórias tão diferentes. Neste espetáculo se entrelaçam o jogo, a fábula, o desconhecido, o misterioso, o sonho e a realidade que habitam em cada um de nós. “Vejamos na multiplicidade da vida a mesma beleza que existe nas cores de um arco-íris”. 

Ano: 2011

Sinopse: O espetáculo “Conatus – A essência do Ser”, da Crepúsculo Cia de Dança, apresenta ao público a diferença sob uma nova ótica, a da alegria de ter a diversidade como algo desafiador, novo e necessário a toda a sociedade que se pretenda mais digna e cumpridora de seu dever de acolher e gerar oportunidades a todos os seres humanos. A montagem surge do desejo de nove intérpretes criadores em investigar as razões e desrazões que nos lançam à potência de agir. Utilizando-se de ações cênicas híbridas da dança e do teatro, a Cia instiga uma produção de sentimentos, pensamentos e atitudes sobre os quais os corpos se alegram. Correr e escapar em direção a ludicidade (linhas de fuga de Artaud), estender e ampliar a tendência inata do ser por paixões alegres (Conatus de Spinoza). “Conatus – A essência do ser” – Crepúsculo Cia de Dança

Ano: 2015

Sinopse: “Os Quatro Distintos” conta uma história real de quatro amigos com dificuldades e limitações aparentes (ou não) que sonham em formar um grupo artístico. Belinha, Síndrome de Down, quer ser bailarina; Tininha, que é cega, quer ser jogadora de futebol; Juninho tem paralisia cerebral e quer ser piloto de avião e Clarinha não tem nenhuma limitação aparente, mas adora dançar e gostaria de fazer parte de um grupo de dança profissional. Eles brincam, dançam e se divertem juntos ao ponto de esquecer que têm limitações, fazendo coreografias como se fossem grandes artistas. Até que um dia descobrem que uma pessoa, para ser artista, tem que ter um olhar diferente e particular sobre as coisas e o mundo. 

A “Seven – Circo dos Números Capitais” peça é vencedora do Prêmio Funarte Artes na Rua 2014 e lança mão de várias linguagens do circo para parodiar os pecados capitais cometidos pelos palhaços. As rotinas cômicas foram sendo criadas durante o processo de criação sob direção e dramaturgia de João Valadares (Palhaço Valadão) e atuação dos palhaços Plock (Cláudio Márcio) e Madureira (Luciane Kattaoui). Nessas rotinas, a “Gulodice” palhacística, por exemplo, é a torta na cara. Eles se lambrecam e lambem tudo, gostam dessa bagunça e amam essa baderna de encher o pandú. A “Avarice” é quando o danado do palhaço se apega e idolatra o capilé, a bufunfa, o money. Ganancioso e cobicento vive trapaceando sua companheira de picadeiro, guardando no suvaco uma porquinha rosa pink cheia de moedinhas de cinco centavos. “Luxureza” é a pecadice do clown dominado pela paixão. Oriçado e safadinho aproveita-se de suas habilidades de encantador de cobras para hipnotizar bumbuns e conquistar o apreço da mulherada. “Iradona” é quando os óio da paiaça tá vermelho de muita raiva e a coitada da Augusta já não suporta mais as pancadas da vida. De tanto ser espancada a pobre se descontrola e solta o leão da jaula. “Invejadinha” é uma petulância de paiaça que ignora as próprias bênçãos e passa pancake no status do domador, se perde no desejo exagerado de possuir as suas habilidades. O castigo modesto é que sua cabeça vai parar entre os dentes da incrível fera… “Preguiçosudo” é um espécime de clown que estica sua rede nas imediações do circo e não ajuda seus amigos nos afazeres circenses cotidianos, como dar banho nos elefantes e girafas de pelúcia. Por fim, a “vaidadeza” soberbosa é o maior pecado que o palhaço pode ter, sua arrogância… e isso agora é sério: O palhaço não interpreta um personagem, mas traz à cena o prazer de jogar e mostrar a parte mais ridícula do homem diante do público. Ele não é profundo quando é bom, mas quando faz o público rir de seus erros e portanto de si mesmo, já que não há nada mais humano do que errar. Apesar de todos os erros e pecados, o palhaço sempre mantém a esperança e sua força reside precisamente nesse espírito positivo que faz converter os erros em triunfos. Para o palhaço os pecados são divinos e podem acendê-lo ao céu.

Ano: 2017

Sinopse: No espetáculo, o subjetivo e o coletivo tomam forma através do movimento. É possível vivenciar os entrelaces que os seres humanos experimentam consigo, com o outro e com o mundo, do egoísmo em direção à interatividade. A grande teia do universo é retratada com a vivificação de sentimentos e sensações, tais como: aflição, confusão, dor, raiva, egoísmo, saudade, carinho, prazer, alegria, amor, respeito, encontro consigo mesmo e reconhecimento do outro. Experimentações e transformações que são próprias da vida do ser humano. Durante o espetáculo esses sentimentos e sensações são vividos em quatro momentos, interpretados pelos bailarinos: Morte, Renascimento, Vida Plena e Amadurecimento. Um ciclo contínuo que se cria e recria no tempo e espaço. O espectador será levado a uma reflexão sobre o pensamento que, nossas intenções e atos influenciam o mundo, germinando “Ecos: em mim, em nós, em tudo”.

Venha fazer parte da nossa Cia de Dança-Teatro!

Fotografia em um estúdio de dança. Oito pessoas deitadas sobre o piso de madeira com braços e pernas alinhados.

Como Colaborar

Seja um mecenas da nossa Cia de Dança